VOCÊ CONHECE A ANCEV?

?Você conhece nossa representatividade?

?A ANCEV possui abrangência nacional, com associados nas principais cidades brasileiras das cinco regiões e tem atuado fortemente para aumentar a representatividade do segmento de coworkings e escritórios virtuais nas diversas esferas governamentais e da sociedade.

??Trabalhamos ativamente para promover a qualificação profissional do segmento, expandir a participação no mercado e defender os diversos interesses do setor, sempre com foco no desenvolvimento de nossos associados, conectando-os a tecnologia e inovação, gerando valor e renda para a toda a comunidade envolvida, desde investidores, gestores, usuários e fornecedores.

Tem dúvidas? Entre em contato com a gente para saber mais!

SEGMENTO EM ALTA EM 2020 E NA NOVA DÉCADA

*JORNAL DE NEGÓCIOS
*SEBRAE

Este início de ano carrega dois destaques do nosso segmento.

CENTRO DE REFERÊNCIA EM INOVAÇÃO SEBRAE OFERECE ESPAÇO DE COWORKING GRATUITO

O Centro de Referência em Inovação Sebrae (Crie) oferece, gratuitamente, 30 posições de coworking para empreendedores que buscam desenvolver projetos e negócios inovadores e digitais. O espaço incentiva a troca de ideias, o compartilhamento de experiências e a colaboração de diferentes profissionais, com o objetivo de formar equipes com perfis complementares e negócios de sucesso.

Segundo Ricardo Sérgio Martins, consultor do Sebrae – SP e responsável pelo gerenciamento do espaço, localizado no bairro dos Campos Elísios, ainda há outros benefícios. “Estamos sempre em contato com os empreendedores que utilizam o coworking para entender as necessidades deles. A partir disso, realizamos mentorias, eventos temáticos, rodadas de negócios e até adaptamos os espaços disponíveis no prédio para que esses empreendedores tenham todas as ferramentas necessárias para desenvolver a startup.

Para Thiago Lopes, CTO da Entregali e um dos empreendedores que utilizam o coworking Crie há mais de um ano, outro diferencial são as oportunidades: “Em um dia qualquer, ao sair da sala para tomar café, encontrei um investidor renomado que participava de um evento promovido pelo Sebrae -SP. Não perdi tempo fiz, um pitch da minha startup e trocamos cartões. O espaço pode ser utilizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, com exceção de feriados. Além das mesas de até 30 pessoas, também estão disponíveis salas para reuniões, cabine para videoconferências, espaço para eventos, estacionamento e internet. Para utilizar estes serviços gratuitamente, basta preencher o formulário disponível em: bit.ly/coworking-campos-elisios.

POR QUE CONTRATAR UM ESCRITÓRIO VIRTUAL

Empresários gastam até 70% a menos para dispor de espaço não exclusivo e contar com endereço comercial e atendimento personalizado

Por: Luisa Purchio

Está ganhando força uma modalidade de escritório que atende empresários que não possuem recursos para manter um espaço próprio.

São os chamados escritórios virtuais e de coworking. Eles não são exclusivos de uma única empresa, mas o empresário pode alugar o espaço – geralmente uma sala comercial, que dispõe de mesas de reuniões, cadeiras, atendente e muitas vezes até computador – por algumas horas da semana ou mês para receber clientes.

Quem não tem interesse no espaço físico tem a opção de utilizar o escritório virtual apenas para o recebimento de correspondências ou para registro fiscal.

Há empresas que também oferecem atendimento telefônico personalizado.

Os serviços chegam a ser até 70% mais baratos que os gastos com um escritório convencional – onde é necessário pagar condomínio, contas de água e luz, reformas, entre outros.

“É um negócio que oferece menos riscos”, diz Otávio Cavalcanti, diretor regional de São Paulo da Regus, empresa que possui duas mil unidades em 100 países e cujo número de clientes cresceu 33% no último ano apenas em São Paulo.

Apesar das facilidades do serviço, é preciso ficar atento aos detalhes do contrato, principalmente no que diz respeito ao seu cancelamento.

“É importante que não seja cobrada multa de rescisão”, alerta Ernisio Martines Dias, presidente da Associação Nacional de Coworking e Escritórios Virtuais (ANCEV) e diretor da VBA Business Center.

ECONOMIZE COM OS ESCRITÓRIOS COMPARTILHADOS

Novos espaços para empresários, autônomos e freelancers oferecem custos reduzidos e estimulam o empreendedorismo

Veja matéria completa em http://www.istoe.com.br/reportagens/299383_ECONOMIZE+COM+OS+ESCRITORIOS

por Fabíola Perez – em 21/01/2015

Nascida no Vale do Silício, nos Estados Unidos, a ideia de criar escritórios compartilhados não demorou a chegar ao Brasil. A iniciativa, que surgiu como alternativa para autônomos e freelancers, hoje atrai diversos tipos de profissionais. “Quando comecei, tinha 15 clientes, mas agora possuo filiais em dois Estados, com 255 pessoas trabalhando”, diz Bruna Lofego, fundadora da CWK Coworking, especializada na locação desses espaços. A grande vantagem, diz ela, é a redução de custos operacionais. “Muitas empresas não têm capital de giro nem investimento inicial para começar a atuar no mercado”, afirma a diretora. “Nós oferecemos planos mensais de acordo com a necessidade do profissional e toda a infraestrutura que ele precisa para começar.” As despesas de um pequeno empresário para montar um escritório ultrapassam os R$ 5 mil mensais. Já os escritórios compartilhados proporcionam planos mensais a partir de R$ 200. Outra vantagem é a oportunidade de manter contato diário com outros executivos. “Trabalhando em casa, as pessoas não têm a chance de trocar experiências e acabam não praticando o networking”, afirma João Victor, gerente do The Hub, rede especializada no segmento de escritórios compartilhados.

ESCRITÓRIOS VIRTUAIS GERAM MAIS ECONOMIA E PRATICIDADE

Modalidade é aposta dos empreendedores, que encontram uma estrutura pronta de serviço.

Por: Ulisses Dávila em 08/02/2015

Pense nessas possibilidades: enquanto o empreendedor trabalha remotamente, em outro endereço sua empresa está funcionando a pleno vapor, ou então, várias empresas funcionando em um mesmo espaço, trocando contatos, cooperando e dividindo despesas. Na verdade, esses espaços existem, e já começam a ganhar visibilidade e despontar como tendência no Brasil. Os escritórios virtuais e co-workings, como são conhecidos, se concentram na Região Sudeste e estão a cada dia conquistando mais profissionais liberais e empresas de diferentes portes que desejam reduzir despesas e evitar burocracias na hora de montar um escritório.

Os escritórios virtuais são serviços que oferecem linha telefônica exclusiva com atendimento bilíngue, endereço fiscal e comercial, e salas mobiliadas fixas ou para uso eventual, utilizadas para realizar reuniões, conference calls ou atendimento a clientes. De acordo com Kiki Lessa, diretora da BQ Escritórios, que oferece esse tipo de serviço no Rio de Janeiro e em Macaé, o serviço consiste em basicamente aplicar o conceito de apart-hotel ao escritório, porém, com uma economia que chega a 80%.

“Cada vez mais clientes e fornecedores têm percebido as mudanças e a crescente adesão das empresas e de empreendedores a escritórios mais flexíveis e fluidos. As salas corporativas tradicionais não estão exatamente com os dias contados, mas a tendência no mundo dos negócios tem ido em direção a modelos de trabalho remoto, com uso de espaços convencionais apenas em situações pontuais. Em menos de 48 horas a empresa tem endereço próprio e acesso à estrutura física quando precisar” destaca.

A empresa que Kiki atua, já conta com 250 clientes de escritórios virtuais, e oferece ainda serviços cobrados à parte, como sala de videoconferência, office boy, digitação, impressão, web conferência, serviço de secretariado, entre outros. Para quem deseja apenas o serviço de atendimento telefônico, recebimento de recados e utilização de endereço comercial. O custo médio por mês é R$ 322 uma economia que pode chegar a 70% em relação a um espaço tradicional.

Em meados do ano 2000, já com quase 40 associados, surgia a denominação Escritórios Virtuais. Em sua primeira década, o segmento passou a ser muito difundido, tendo sido reconhecido pelo governo por meio do IBGE e contemplado com uma denominação específica no CNAE que é o código nacional de atividades. O seguimento continuou se expandindo pelo Brasil,  e hoje estima-se que são aproximadamente 1.000 centros de negócios.

A partir de 2010, começou a surgir uma nova modalidade, denominada co-working, que consistia em grandes áreas que agrupavam em média 30 a 40 profissionais, compartilhando um mesmo espaço de trabalho.

“A filosofia desses novos espaços era de gerarem uma grande sinergia entre estes profissionais, uma vez que estes poderiam realizar negociações entre estes e até mesmo se cotizarem como parceiros para atenderem a uma demanda específica. Nos dias atuais é evidente que em um primeiro momento os empreendedores e ‘startups’ se adaptam muito bem a esse modelo” afirma Ernisio Martines Dias, presidente da ANCEV.

O empreendedor Arthur Vieira Martins, de 25 anos, descobriu a possibilidade de atuar no mercado através de um escritório virtual, durante uma pesquisa por alternativas ao aluguel de um escritório físico. A empresa de Martins oferece consultoria e assistência destinada a estrangeiros e nacionais em relação a imigração e emigração, um trabalho que, segundo ele, se adaptou bem ao escritório virtual.

“Decidimos pelo escritório virtual, pois possui requisitos básicos ao empreendedorismo e os serviços oferecidos substituem a necessidade de um escritório físico por um preço bem menor. No entanto, acredito que em negócios que dependam da apresentação e vendas não se adaptem tanto” afirma.

De acordo com a Associação Nacional dos Centros de Negócios e Escritórios Virtuais (ANCEV), que possui mais de 80 associados, estima-se que o setor cresce 30% ao ano, e na região sudeste, onde a maioria dessas empresas está concentrada, existem hoje mais de 260 desses centros de negócios.

Em Niterói, há um ano já existe uma empresa que trabalha com o coworking. O formato, que nasceu nos Estados Unidos, ainda não é muito conhecido por aqui, ainda assim, já começa a fazer sucesso uma vez que reduz custos e proporciona contatos profissionais.

“É um novo formato  de escritório, que surgiu em São Francisco na Califórnia, onde os usuários compartilham, além do espaço, os recursos que normalmente compõem um escritório convencional. Em alguns casos a economia pode chegar a 70%. As vantagens são inúmeras, como a redução de custos pois tudo é rateado pela pessoas que trabalham juntas, desde a internet, passando pela energia e IPTU”, explica Sérgio Sales, proprietário da NitOffice Co-Working.

De acordo com Sales, o perfil de profissionais que utilizam esse serviço, normalmente é de profissionais liberais como advogados, programadores, corretores, produtor cultural, entre outros. Para ele, o co-working só não é indicado para profissionais que precisam de total privacidade, e empresas que demandem de uma estrutura maior.

“Os planos são mensais. A partir de R$ 290,00 por mês o usuário do nosso espaço conta com os serviços de escritório. Com R$ 680,00 é possível ter salas exclusivas. O modelo ainda é pouco difundido, mas apostamos no crescimento deste segmento em função de sua grande viabilidade”, ressalta o empresário.

O Fluminense – Rio de Janeiro

ESCRITÓRIOS COMPARTILHADOS – TODOS JUNTOS E MISTURADOS

Entrevista do presidente Ernisio Martines Dias à revista Gestão & Negócios.

Prezados associados,

Ha aproximadamente 100 dias concedemos uma entrevista a revista Gestão & Negócios, a qual era para  ser veiculada até o final do ano.

Por alguns motivos esta se prolongou para a edição de fevereiro que saiu nas bancas ontem, mas quero acrescentar que valeu a pena esperar.

A mesma está pontuada com excelente conteúdo sobre o nosso segmento e com tópicos muito esclarecedores, que ajudam a desmistificar  mais uma vez as dúvidas que existem em torno do assunto e principalmente sobre as terminologias de “Escritórios Compartilhados”, “Escritórios Virtuais” e “Coworking”.

Trazendo com muita ênfase as atividades praticadas nestes espaços,  esclarece com propriedade as diferenças e as igualdades dos serviços que prestamos, eliminando a falsa ideia  de que existam duas modalidades distintas no mercado.

Com uma boa diversificação dos espaços, focou desde os maiores espaços até mesmo os muito pequenos e ainda colheu a opinião de importante especialista do SEBRAE.

Transcrevo o link da G&N para que, aqueles que não encontrem a revista, possam aqui ler na integra seu conteúdo completo.

Click no link <Gestão & Negócios nº 86 – Escritórios Compartilhados> para abrir a matéria em PDF.

Tenham uma boa leitura e aproveitem aqui as experiências de cada relato dos entrevistados.

NÚMERO DE ESCRITÓRIOS COMPARTILHADOS AUMENTA NOS ÚLTIMOS CINCO ANOS

A Sala de Emprego desta segunda-feira (28) é sobre coworking. O termo é em inglês, mas a ideia de compartilhar o espaço de trabalho pra reduzir os custos é mundial e tem crescido. No Brasil, nos últimos cinco anos, a quantidade de escritórios compartilhados passou de 11 pra quase 240, segundo dados da Coworking Brasil, organização que representa os escritórios compartilhados.

Leone Pereira, especialista em Direito do Trabalho, também participou do quadro respondendo a perguntas.

Assista ao vídeo no link: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2016/03/numero-de-escritorios-compartilhados-aumenta-nos-ultimos-cinco-anos.html

SENADO AUTORIZA MICROEMPREENDEDOR A USAR RESIDÊNCIA PARA SEDIAR EMPRESA

Autorização vale para quando não for preciso local próprio para a atividade. Aprovado na Câmara e no Senado, texto segue para sanção de Dilma.

Do G1, em Brasília

O Senado aprovou nesta terça-feira (29), por unanimidade, um projeto que autoriza o microempreendedor individual (MEI) a usar o endereço da própria casa como sede da empresa. A liberação vale somente nos casos em que a atividade não precisar de um local próprio para ser exercida.

Link para a matéria: Câmara autoriza microempreendedor a usar residência para sediar empresa

O texto, que também foi aprovado por unanimidade na Câmara, segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.

A medida tem como objetivo facilitar a adesão de microempreendedores ao Simples Nacional, regime tributário simplificado para empresas de pequeno e médio porte. Atualmente, leis estaduais costumam vetar o uso do endereço residencial para o cadastro de empresas. A lei federal sobre o tema não impedia o cadastro nesses casos.

O relator da proposta, senador Blairo Maggi (PR-MT), defendeu que o projeto facilitará a vida dos pequenos empreendedores. “É racionalmente e economicamente viável que o empreendedor utilize a sua própria residência para o exercício de sua atividade empresarial, com substancial economia de recursos”, diz Maggi, no relatório.

“É de conhecimento geral o fato de os pequenos empreendedores corriqueiramente fazerem uso de suas próprias residências para o exercício de suas atividades profissionais, as quais, muitas vezes, não dependem de um local específico muito elaborado ou sujeito a pré- requisitos operacionais”, afirmou.

Mudança

Os senadores chegaram a votar uma proposta de alteração ao texto que acrescentava o uso de Escritórios Compartilhados ou Virtuais como possibilidades de sede de estabelecimento de Microempreendedor Individual. A emenda, no entanto, foi rejeitada pelo plenário.

Segundo parlamentares contrários à aprovação da mudança, a legislação atual não proíbe essa possibilidade e, se o Senado fizesse alteração no texto, o projeto teria de retornar à Câmara dos Deputados.

Nota da ANECV

Esta solicitação de EMENDA ocorreu por inciativa da ANCEV, encaminhada a Senadora Rose Freitas de Minas Gerais, cujo contato foi estabelecido pelo nosso Diretor Administrativo, Sr. Bruno Campos do Escritório Sirius de BH.

Acrescentamos que apesar de nosso pedido ter sido reprovado, pelos simples motivos aqui citados, e não pela consistência do seu conteúdo, a ANCEV comemora o fato como uma vitória para o segmento, uma vez que esta reprovação, no seu bojo, traz a tona o entendimento de que a legislação não proíbe a prática, ou seja, é reconhecida até nos altos escalões do Governo.

Acrescentamos ainda que a matéria do G1 omitiu a consideração dada pelo Senado de que… a legislação atual não proíbe essa possibilidade e…. que trata-se de práticas já disseminadas.

Nota do protocolo de resposta do Senado Federal

Por tudo isso, estamos muito satisfeitos coma posição do Senado, que abre uma luz no fim do tunel, para que em breve possamos entrar novamente com um pedido desta consideração em uma legislação até mais abrangente do que somente a limitação da MEI.