O projeto arquitetônico do Nex Coworking foi o grande vencedor do XIII Grande Prêmio de Arquitetura Corporativa
A Casa 3 Arquitetura, que assinou o projeto do Nex Coworking – escritório compartilhado de grandes dimensões recém-inaugurado no Rio de Janeiro, foi o grande vencedor do XIII Grande Prêmio de Arquitetura Corporativa, considerado o maior prêmio de arquitetura da América Latina, na categoria “Interior Corporativo Coletivo”. A cerimônia foi realizada 18/10, em São Paulo.
A unidade do Nex Coworking no Rio é a segunda do player, que foi criado em Curitiba em 2011, onde ocupa um casarão histórico localizado no coração do Batel.
Em terras cariocas, a marca seguiu a tradição de apostar em prédios clássicos e cheios de história: o Nex Rio ocupa os 2.500m² do prédio conhecido como Edifício Baronesa, localizado na Villa Aymoré, um conjunto arquitetônico construído no estilo eclético entre os anos de 1908 e 1910 e que passa por revitalização para se tornar um grande polo de empreendedorismo.
A unidade do Nex Coworking no Rio seguiu a tradição de apostar em prédios cheios de história. Depois de 90 dias de reformas, o Nex Rio foi inaugurado com capacidade para 300 pessoas trabalharem simultaneamente e contará com 80 estúdios privados e 70 estações de trabalho em área coletiva, além de salas de reunião, espaços para eventos, lounges de trabalho, áreas de descompressão, copa e terraço.
O projeto da Casa 3 foi assinado por Sonia Acciaris, Ricardo Nunes e Guilherme Calvo que tinham a missão de projetar os espaços com base no conceito de compartilhamento e colaboração dos espaços. A ideia era criar um espaço físico propício para encontros informais, incentivando, assim, o networking entre as empresas residentes no Nex.
A parceria visa a concessão de uma grade de descontos aos advogados conveniados à entidade, englobando vários serviços prestados pelos Escritórios Compartilhados e Coworkings associados à ANCEV!
Empresas inovadoras vão poder contar com apoio do projeto BNDES Garagem, programa de desenvolvimento de empresas emergentes de base tecnológica, ou startups.
O programa destinará R$ 10 milhões para apoiar a criação e aceleração do desenvolvimento das empresas nascentes neste e no próximo ano.
Para iniciar o projeto, o BNDES lançou um edital de chamada pública para convidar empresas que dão apoio às startups, chamadas de aceleradoras. Será selecionada uma aceleradora para o projeto-piloto. Para participar do certame, as empresas interessadas devem encaminhar propostas ao BNDES até o dia 31 deste mês.
Em setembro deste ano a aceleradora selecionará 60 startups inovadoras. Em setembro do ano que vem, mais 60 startups serão selecionadas.
Na seleção, a prioridade será para as propostas que apresentarem soluções relacionadas ao planejamento estratégico do BNDES: educação, saúde, segurança, soluções financeiras, economia criativa, meio ambiente e internet das coisas aplicada a cidades inteligentes, ao meio rural e à indústria – internet das coisas é a tecnologia de conectividade e troca de informações entre máquinas e equipamentos.
Trabalho compartilhado
O objetivo do banco é reunir em um único espaço programas de criação de startups e de aceleração de negócios inovadores, local de compartilhamento de espaço e de recursos, laboratórios de inovação, universidades e escolas de negócios, gestores de fundos de investimentos, grandes empresas de tecnologia, entre outros.
Segundo o presidente do BNDES, Dyogo Oliveira, a participação das startups será gratuita, com oferta de serviços de apoio, como registro, contabilidade, marketing e a estrutura física de trabalho. O banco também não exigirá participação no capital social do candidato a empresário.
O coworking de beleza! Um novo modelo de coworking, cujo objetivo é “proporcionar alegria e bem estar aos profissionais criando condições para que o atendimento aos clientes seja impecavelmente bem executado”, onde cabeleireiros e manicures têm espaços de varejo compartilhados sem subdivisão em lojas ou salão de belezas individuais.
É importante ressaltar que todo serviço compartilhado pode se associar à ANCEV, sendo um escritório, um coworking (de diversos tipos) ou qualquer outro que tenha o viés de compartilhamento, reforçando a economia colaborativa no país.
Quer conhecer as vantagens de se associar? Entre em contato: 11 5087-8500
Quando o primeiro filho fez 8 meses, Maria Raquel Francese, de 37 anos, assumiu um trabalho grande como redatora que poderia fazer à distância. Mas queria uma alternativa, que não uma escola, para conseguir trabalhar e estar próxima do bebê. Passou, então, a frequentar um coworking, na Vila Mariana, na Zona Sul de São Paulo, que possui espaço para crianças.
“Achava o Leonel muito pequeno para pôr na escola, ele não poderia me contar o que tinha acontecido no dia dele. Uma amiga me indicou o coworking Casa de Viver, que tinha acabado de abrir em 2015, e deu super certo. Fiz a adaptação do meu jeito, foi muito confortável e fácil para nós”, diz.
Cada vez mais os coworkings, lugares que oferecem estrutura de escritório compartilhada, têm apostado no conceito “kids friendly” para atrair famílias. Alguns já aceitam até animais. Nesse modelo, enquanto os adultos trabalham, as crianças são entretidas por cuidadores em espaços para brincar, dormir e até se alimentar. Eles não são restritos às mulheres e homens também podem frequentar.
“Saber que seu filho está perto, almoçar com ele, poder ouvir se ele está chorando ou rindo enquanto você trabalha, é muito gostoso. Sei que na escola eles também estariam bem, mas poder ver seu filho brincando no meio do seu ‘expediente’, é uma vantagem muito grande”, conta Raquel.
A relações públicas Sefirah de Araujo, de 31 anos, mãe da Helena, de 2, acredita que os coworkings familiares são os grandes motivadores para que as mães retomem a vida profissional. Ela pediu demissão do emprego depois que a filha nasceu, mas quando Helena completou um ano, voltou a trabalhar no modelo home office e passou a frequentar a Casa de Viver.
“Eu quero trabalhar, mas eu quero também conviver com a minha filha, amamentar o tempo que a gente acha que deve. Eu queria fazer a introdução alimentar e queria que esse começo da vida dela fosse comigo”, conta Sefirah.”
Sefirah lamenta que as empresas não vejam esse modelo de trabalho como um benefício. “Se fosse visto dessa forma, as empresas teriam funcionárias rendendo muito mais do que rendem ficando 12 horas longe dos seus filhos, só os vendo dormir e acordar.”
Pela legislação brasileira, as crianças podem frequentar espaços como este diariamente somente antes dos 4 anos. A partir desta idade, elas devem estar matriculadas na escola.
Demanda sazonal
Barbara Helt, proprietária do M Working, em Botafogo, na Zona Sul, do Rio de Janeiro, conta que neste mês de julho, por conta das férias escolares, a demanda aumentou 50% em relação aos outros meses. Além das estações de trabalho e salas privativas para reuniões, o local possui ateliê de artes, canto para leitura, horta, aquário, além de curso de musicalização e contação de história para crianças.
Mãe de três de filhos, de 2, 9 e 14 anos, Barbara abriu o negócio pensando mesmo em uma demanda pessoal.
“Eu era piloto de avião, depois que tive meu primeiro filho fui trabalhar no setor administrativo. No segundo, parei de amamentar depois de quatro meses e voltei a trabalhar 12h por dia. Desisti e me apaixonei pelo empreendorismo materno”, diz Barbara.
Barbara chegou a ter um hostel, mas depois decidiu montar o coworking familiar para acolher as mães. “Estava imersa no mundo da maternidade e percebi que nenhum lugar é adaptado para crianças. A vida da mulher passa ser o filho e ela perde identidade por conta desse papel principal de ser mãe.”
Sabrina Wenckstern, sócia da Casa de Viver, em São Paulo, diz que nas férias eles recebem de volta as famílias que frequentaram o espaço enquanto os filhos eram bebês, mas depois tiveram de ir para a escola. “É que no período das férias volta aquele mesmo problema de não ter o que fazer com as crianças. Aqui a criança vai conseguir brincar e a aproveitar as férias, e essa família vai conseguir render no trabalho”, diz Sabrina.
Os preços dos serviços variam, pois os usuários têm a opção de pagar pelo uso do espaço por hora, período ou até fechar pacotes semanais e mensais. O preço da hora pode custar a partir de R$ 25, incluindo a vaga de uma criança. Já para frequentar o local cinco vezes por semana, por meio período, pode sair de R$ 672 a R$ 1.400. O pacote para o mês todo chega a custar R$ 2.300, de acordo com consulta feita pelo G1.
O Jornal A Tribuna de Santos publicou nesta segunda feira uma grande matéria sobre os Coworking’s no Brasil.
São vários escritórios entrevistados, tanto associados como não associados, incluindo um depoimento da ANCEV.
O importante é ver que esta bastante abrangente, pois além de focar a questão de network, não deixa de falar na redução de custo e dos demais serviços.
Parabéns a todos. É bom ver o segmento sendo valorizado, com ênfase nas vantagens que o usuário encontra conosco.
Aproveito para informar que a expectativa é que estejamos próximos de 900 a 1000 Escritórios Compartilhados no Brasil.
Por reunir pessoas de diferentes perfis e setores, os ambientes de trabalho compartilhados favorecem o networking
No início deste mês, o presidente Ernisio forneceu uma entrevista para a jornalista Karina Fusco da revista Você S/A, que fez esta reportagem sobre nosso segmento. Confira:
Agradecemos a Karina e a revista Você S/A pela oportunidade de divulgação do nosso segmento.
Reportagem Revista Você S/A por Karina Fusco em 9 de novembro 2017
Utilizar um ambiente de trabalho compartilhado, os chamados coworkings, já faz parte da rotina de milhares de profissionais dos mais diversos setores, sejam eles autônomos, colaboradores de empresas ou empreendedores. O Censo Coworking Brasil 2017 aponta que 210 000 pessoas circulam a cada ano por esses escritórios, movimentando 82 milhões de reais.
O país registra, aliás, um crescimento médio anual de 20% no número de espaços do gênero, segundo a Associação Nacional de Coworking e Escritórios Virtuais (ANCEV), de São Paulo. “O mais recente levantamento, de 2016, mostrou que há 695 escritórios comerciais de compartilhamento espalhados principalmente pelas capitais do país. O Sudeste lidera, com destaque para São Paulo, mas o Nordeste vem crescendo ultimamente por ser a região com o maior número de capitais”, afirma Ernisio Martines Dias, presidente da ANCEV.
Os coworkings, que surgiram na década de 1990 e, com o passar dos anos, foram ganhando novos formatos e passando a oferecer serviços que facilitam a vida dos profissionais e das empresas, deixaram de ser opções para quem tinha poucos recursos financeiros e se tornaram soluções inteligentes inclusive para companhias já estabelecidas no mercado. Além de boa infraestrutura, com telefonia, internet, recepcionistas, salas de reuniões e endereço fiscal, esses escritórios também têm atraído cada vez mais profissionais por um segundo atributo: eles favorecem – e muito – o networking. “Ninguém está no coworking para se isolar”, afirma Bruna Lofego, CEO da CWK Coworking, de Belo Horizonte, e consultora de gestão desses espaços.
Naturalmente
Descobrir novos parceiros de negócios, prestar serviço para os vizinhos de trabalho, aumentar as vendas ou até conseguir uma proposta para assumir um cargo mais atraente são algumas das oportunidades que o relacionamento com os companheiros de coworking pode proporcionar. “Além dos encontros naturais do dia a dia, no café ou nas áreas de descanso, é interessante estar atento aos eventos que esses espaços costumam oferecer, como a apresentação de cases de sucesso no auditório ou uma reunião para os usuários trocarem experiências sobre determinados temas”, diz Ernisio, da Ancev
De fato, cada escritório compartilhado cria estratégias para facilitar a interação entre os profissionais. “As pessoas trocam opiniões, conversam informalmente e daí surgem até negócios, mas os administradores dos coworkings podem dar um empurrãozinho, enviando e-mails com os contatos de todos e mantendo um painel onde cada profissional e empresa pode deixar seu cartão de visita exposto”, diz ela.
Mas é importante que também haja um esforço voluntário por parte dos usuários para se relacionar e explorar ao máximo o ambiente de intercâmbio de ideias que esses espaços proporcionam. A seguir, confira uma série de atitudes para melhorar o seu networking no Coworking e ampliar sua rede de contatos profissionais.
Potencialize o networking
Como tirar partido da proximidade para conhecer possíveis parceiros de negócios e trabalho.
Quebre o gelo
Sempre que estiver chegando a um ambiente novo, apresente-se. E quando você já atua há algum tempo ali, levante da sua mesa e se ofereça para apresentar aos demais as pessoas que estão chegando. Após as apresentações, as conversas acontecem de forma mais natural e os colegas podem trocar ideias e descobrir habilidades e interesses em comum.
Seja prestativo
Frequente o cafezinho e os espaços abertos de descanso. Puxe conversa com os vizinhos de mesa em momentos em que não estiverem ocupados e ofereça-se para dar recados se alguém os procurar.
Ofereça seus contatos
Coloque seus contatos à disposição no mural de cartões de visita, participe dos grupos de Whatsapp, divulgue as redes sociais da sua empresa, troque indicações de prestadores de serviços que possam ser úteis a todos e jamais deixe de aproveitar um cumprimento para dar sequência a uma conversa que pode ser muito produtiva.
Compartilhe momentos de lazer
Chame os colegas de estação de trabalho para provar um bolo que você trouxe de uma viagem, comente no café sobre uma nova série de TV que você começou a assistir, compartilhe sua opinião sobre um tema que está sendo discutido no corredor. Até mesmo ideias de negócios podem surgir nesses bate-papos.
Organize e compareça aos eventos
Assuntos relacionados a crescimento profissional, habilidades específicas e mercado de trabalho podem ser temas de palestras que interessarão a muitos profissionais que atuam próximo a você. Sugira ao administrador do coworking palestras e eventos e procure participar quando forem marcados. Aproveite as oportunidades para conversar mais com pessoas que possam ser interessantes para o seu negócio e sua carreira.”
Bate papo com jornalistas sobre o artigo de Pilita Clarks, do Financial Times.
A Globo News realizou ontem um bate papo com jornalistas, onde citaram a questão da privacidade nos espaços de trabalhos compartilhados, em resposta ao artigo de Pilita Clarks, do Financial Times. No caso deles, houve defesa do modo de trabalho compartilhado, voltado ao coworking. Porém, a jornalista do FT, escreveu um artigo questionando esses espaços abertos – falando sobre os pontos negativos e positivos.
Citou a criatividade aflorada, a interatividade entre os presentes, entre outros benefícios, mas trouxe a questão do fim da privacidade (sem paredes), a distração, a obrigação de escutar histórias que não são apropriadas (ou que simplesmente não se quer ouvir), a distribuição do espaço de forma não hierárquica e a questão do chefe sempre por perto, sendo um fator de estresse para muitos funcionários. Ela reconhece que é um movimento sem volta, mas propõe que dentro desses locais de compartilhamento, também sejam criados mais espaços de reclusão, onde a empresa possa decidir estar em uma sala privativa – ou semi aberta, que também tem suas muitas vantagens.
Nós acreditamos que o coworking e as salas privativas podem – e devem – andar juntos, pois garantem a livre escolha do cliente em optar pelo modelo de trabalho que mais agrade e seja pertinente ao seu tipo de negócio, não dispensando que estes espaços contenham em um dado layout, um local (lounge) que possa ser usado de forma comunitária e situacional.
Segue link da matéria na Globo News: http://g1.globo.com/globo-news/globo-news-em-pauta/videos/t/todos-os-videos/v/escritorios-individuais-sao-cada-vez-menos-comuns-em-empresas/6173558/
Artigo de Pilita Clark: https://www.ft.com/content/f400ae8c-9894-11e7-a652-cde3f882dd7b