O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS

Você sabia que existem regras para disciplinar como os dados pessoais podem ser armazenados por empresas ou até mesmo por outras pessoas físicas? Em suma, é isso que garante a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Aprovada em 2018, mas oficialmente em vigor em setembro deste ano, a Lei nº 13.709/18 regulamenta a política de privacidade individual modificando como tratam a segurança das informações de usuários e clientes.

Inspirada na lei europeia, a General Data Protection Regulation (GDPR), a LGPD coloca o Brasil ao lado de mais de 100 países onde há normas específicas para definir limites e condições para coleta, guarda e tratamento de informações pessoais.

Quer saber mais sobre esse assunto? É só continuar lendo esse artigo.

Por que uma lei para proteger dados?

Milhares de empresas brasileiras coletam, armazenam e processam dados pessoais dos clientes. Com essa informação, você já se perguntou o que essas empresas podem fazer com os seus dados? Será que estão seguros? Se houver exposição indevida ou violação há um plano para minimizar os danos?  Essas e outras questões estão na atuação normativa da Lei de Proteção de Dados, ou seja, a partir dela, toda operação que envolve dados pessoais, independentemente se for no mundo real ou virtual, terão que se adequar à LGPD.

Direitos protegidos pela lei

As informações pessoais protegidas pela lei são aquelas que permitem a identificação natural de uma pessoacomo:

  • Nome;
  • Sobrenome;
  • E-mail;
  • Numeração de documentos e de cartões de crédito;
  • Dados bancários;
  • Informações médicas;
  • Localização;
  • Endereços de IP;
  • E os chamados “testemunhos de conexão”, mais conhecidos como cookies.

Também está incluso o que são chamados “dados pessoais sensíveis”, ou seja, aqueles que são passíveis de discriminação se forem expostos. Origem racial ou étnica; convicção religiosa; opinião política; filiação a sindicato ou organização de caráter religioso, filosófico ou político; e dados de saúde ou de vida sexual.

Vale ressaltar que a lei não protege somente os dados pessoais digitais, mas também aqueles provenientes de papel, como fichas de cadastro e cupons promocionais, por exemplo. Dados coletados por intermédio de imagens e sons também estão assegurados pela lei.

Como saber se os dados estão seguros

Primeiramente vale destacar que é de responsabilidade das empresas e organizações ter tecnologias seguras para proteger os dados de seus clientes. Caso ocorra vazamentos, é imprescindível comunicar aos titulares, bem como já ter um plano de riscos para tentar minimizar o impacto ou prejuízo.

Uma das ações mais imediatas é comunicar a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Porém, muitas empresas, se precavendo antes mesmo da lei entrar em vigor, já utilizavam recursos para impedir a violação de informações. Um exemplo são as mensagens de utilização de cookies de navegação, como também as disposições acerca da política de privacidade na página inicial, alertando aos usuários que há transparência nas informações coletadas e na proteção dos dados pessoais tratados.

Também já existem empresas que trabalham com certificação digital para sites empresariais e institucionais como forma de melhorar a confiabilidade durante a navegação, ao atestar que o site está em conformidade com a LGPD.

LGPD e o impacto na vida das pessoas

A implantação da LGPD, segundo estudiosos, terá um impacto significativo não só na legislação nacional, como também na vida das pessoas.

A legislação é categórica: todos os dados tratados por pessoas jurídicas de direito público e privado, cujos titulares estejam no território nacional, ou a sua coleta se deu no país, ou ainda que tenha por finalidade a oferta de produtos ou serviços no Brasil, devem estar preparados para se adequarem à nova lei. Assim, não se trata de uma opção, mas de uma obrigação das empresas em se ajustarem às normas brasileiras de proteção de dados pessoais.

Do mesmo modo, caso se trate de uma pessoa física, esta terá sua privacidade e liberdade protegidas contra eventual violação de segurança que importe em risco de exposição ou vazamento de dados, por exemplo, ou o direito de ter seus dados apagados de determinado banco de informações, dentre outras possibilidades.

Os comportamentos de empresas e clientes irão mudar drasticamente: as primeiras terão de ter políticas e planos de proteção de dados comprometidos e vocacionados à proteção da privacidade e da segurança de clientes e usuários; já as pessoas observarão muito mais as condutas das empresas e estarão mais exigentes com a segurança que as instituições possam oferecer aos seus dados.

Sanções e fiscalização

A LGPD lista um conjunto de sanções para o caso de violação das regras previstas, entre as quais destacam-se advertência, com possibilidade de medidas corretivas; multa de até 2% do faturamento com limite de até R$ 50 milhões; bloqueio ou eliminação dos dados pessoais relacionados à irregularidade; suspensão parcial do funcionamento do banco de dados; e proibição parcial ou total da atividade de tratamento.

A fiscalização fica a cargo do Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão criado com vinculação à Presidência da República com os objetivos de zelar pela proteção de dados pessoais; fiscalizar e aplicar sanções administrativas; promover e divulgar informações sobre normas e políticas públicas acerca da proteção de dados pessoais e medidas de segurança; e promoção de ações de cooperação com autoridades de proteção de dados pessoais de outros países.

5 ESTRATÉGIAS PARA MELHORAR SUAS NOITES DE SONO

Diferentes níveis de isolamento, home office, aulas on-line e sedentarismo. Em meio à pandemia do novo Coronavírus que assolou o mundo neste ano, motivos não faltam para um cenário de desafios na hora de dormir. O resultado é um crescente número de pessoas que têm se queixando de má qualidade do sono.

Um fator determinante é o menor contato com a luz do sol, importante regulador do relógio biológico, que pode resultar em maior dificuldade para adormecer e sonolência durante o dia.

“O aumento da ansiedade e as mudanças bruscas na rotina são uma realidade neste momento que estamos passando e, com isso, se tornam comuns as ocorrências de insônia ou outros distúrbios do sono”, destaca o Dr. Pedro Genta, médico do Serviço de Medicina do Sono do HCor.

De acordo com o especialista, o sono é fundamental para o descanso físico e mental. “A redução da quantidade ou qualidade do sono pode prejudicar a imunidade e aumentar a vulnerabilidade a infecções. Além disso, a má qualidade do sono contribui para o aumento do estresse e ansiedade”, alerta Genta.

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Estabeleça (e siga) uma rotina

A falta de uma rotina de atividades com horários bem definidos é, sem dúvida, uma grande ameaça para a qualidade do sono. “A rotina de horários para se deitar e levantar deve observar no máximo 7 a 8 horas de sono. O nosso corpo se baseia em critérios de dia e noite, com marcadores biológicos, tais como trabalhar, comer e se exercitar. Portanto, observar uma rotina bem estabelecida, mesmo dentro de casa, é fundamental para regular nosso relógio biológico, sempre lembrando que não é necessário se cobrar um alto índice de produtividade ou se culpar caso algo fuja do esperado”, destaca o profissional.

 Pratique atividade física

A atividade física é uma aliada de peso para manutenção da saúde do corpo e da mente. Praticar exercícios libera hormônios que combatem a depressão e a ansiedade, além de ampliar a sensação de bem-estar, melhorando as condições de sono. Apesar da recomendação, vale lembrar de optar por atividades mais moderadas ou relaxantes à noite, deixando as intensas para o período diurno.

Evite usar aparelhos eletrônicos antes de dormir

A luz dos aparelhos eletrônicos antes de dormir interfere na produção do hormônio da melatonina, responsável por regular o sono. “Atualmente, além da questão hormonal esse cuidado também ajuda a restringir o consumo de notícias densas ou negativas perto da hora de dormir, sobre temas que podem disparar ansiedade ou mesmo pesadelos para algumas pessoas”, pontua o especialista.

Reveja os hábitos alimentares

Reduzir ou evitar bebidas estimulantes, como café e chá preto, à noite pode minimizar a ocorrência de insônia. Além disso, os alimentos gordurosos e mais pesados devem ficar fora do cardápio no período noturno, já que dificultam a digestão e podem causar sintomas gástricos que prejudicam o sono. Optar por uma alimentação mais leve e a ingestão de alguns chás considerados “calmantes” é uma boa estratégia para não ter o sono interrompido durante a madrugada.

Faça da sua cama um local sagrado

Pela manhã, saia da cama, abra as janelas, coloque uma roupa diferente para passar o dia. “Procure não trabalhar, estudar ou se alimentar no quarto ou na cama, e nem mesmo ficar nela sem estar com sono. Ir para a cama sem sono pode aumentar a ansiedade e resultar em uma noite mal dormida. Deite-se somente quando já estiver com sono”, destaca Genta.

Sobre o HCor

A instituição iniciou as atividades em 1976, tendo como mantenedora a Associação Beneficente Síria, que completou 100 anos de atividades filantrópicas em 2018. o HCor ganhou projeção mundial no cenário da saúde, tornando-se referência em cardiologia, além de oferecer atendimento de excelência nas áreas de neurologia, oncologia, ortopedia e medicina diagnóstica. Conta com acreditação internacional da Joint Commission Internation (JCI) desde 2006. O Instituto de Pesquisa HCor coordena estudos clínicos multicêntricos nacionais e internacionais. Certificado pela American Heart Association (AHA), o Centro de Ensino capacita e atualiza milhares de profissionais anualmente. Há 10 anos, o HCor é parceiro do Ministério da Saúde no Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), colaborando com políticas públicas e iniciativas de aprimoramento para mais de 150 centros médicos de todo país.

COMO IR BEM NA ENTREVISTA DE EMPREGO

Quem está em busca de uma nova oportunidade de trabalho é normal se sentir nervoso na hora das entrevistas. É uma oportunidade que você tanto deseja e pode estar a um passo de virar realidade. Então, é ideal se preparar para não deixar essa insegurança atrapalhar a sua comunicação com os entrevistadores. Por isso, reunimos algumas dicas para te deixar tranquilo e ajudar a se dar bem numa entrevista de emprego.

Pesquise sobre a empresa antes

O Google está aí para ser nosso aliado. Procure se a empresa tem um site, redes sociais, descubra se ela tem uma missão e valores com os quais você se identifica. Analise também o anúncio da vaga antes de se candidatar e identifique seus pontos fortes e de conexão com a oportunidade. Se possível, procure saber mais sobre o chefe e a equipe, suas trajetórias e gostos pessoais, para que na hora da conversa você também destaque o que vocês têm em comum.

Pratique antes

Recapitule os pontos importantes da sua carreira e estudo, destacando conquistas e soluções para desafios. Invista um tempo contando para alguém ou falando alto para si mesmo qual a sua história e por que seu percurso e experiências se encaixam perfeitamente com a vaga que você deseja. Se estiver nervoso, respire fundo, movimente o corpo antes do encontro e puxe papo com alguém desconhecido, assim você já vai praticando falar com estranhos.

Vista-se de acordo 

Ao pesquisar a empresa, você conseguiu saber se ela tem um perfil mais corporativo ou informal? Use essa informação na hora de escolher o look para a entrevista de emprego. Em geral, priorize peças com modelagem clássica e cores básicas, como uma calça preta e camiseta ou camisa branca. Evite excessos, como peças muito justas ou com transparências, e aposte em sapatos limpos. Um oxford, sapatilha, bota baixa ou até um tênis mais social te ajudam a acertar. Cuide também de pequenos detalhes da aparência, como pele e cabelos limpos e, se quiser usar maquiagem, escolha algo leve, quase um “acordei assim”! Perfumes muito fortes também não são ideais e podem tirar a atenção do entrevistador.

Atenção à linguagem corporal

Comece e termine o encontro cumprimentando o entrevistador com um sorriso leve e um aperto de mão firme, mas suave. Isso já ajuda a criar uma conexão. Sente com as costas retas e faça contato visual enquanto conta sua história e escuta os entrevistadores, mas fique à vontade para percorrer a vista do ambiente em alguns momentos, relaxando o olhar e o clima.

Demonstre confiança

Pode ser mais complicado quando se está nervoso, mas tente projetar bem sua voz durante a entrevista, respire de forma tranquila e crie um ritmo para sua fala, intercalando momentos de entusiasmo e de objetividade. Use expressões para demonstrar que tem certeza de que você é a pessoa certa para aquele cargo. Deixe claro o quanto está animado com a vaga e o quanto você poderá contribuir com a empresa.

E o maior de todos esses conselhos: acredite em si mesmo… e boa sorte!

FUTURO NO PRESENTE: MERCADO DE COWORKING NA PÓS-PANDEMIA VEIO PARA FICAR

No início do século XXI já se escutava que os coworkings ou escritórios compartilhados seriam os escritórios do futuro. Parecia distante, mas a pandemia acelerou essa tendência. Agora, mais adaptados à realidade atual, o modelo de trabalho híbrido veio para ficar!

Mesmo em meio à crises, segundo o censo Coworking Brasil, em 2019 houve um crescimento de 25% no mercado de coworking brasileiro em relação ao ano anterior e, diante da pandemia do novo coronavírus, em 2020, mais empresas aderiram à rotina dos escritórios compartilhados.

Nos Estados Unidos, para se ter uma ideia, há milhares de coworkings espalhados pelo país. De acordo com dados da Deskmag’s, site dedicado ao assunto, 53% das pessoas que frequentam os escritórios compartilhados são freelancers (o restante empresas) e 84% afirmam que a principal motivação de trabalhar nesses espaços é a interação com outras pessoas.

A redução dos custos e a flexibilidade são também os principais motivos que fazem esse novo modelo de trabalho ser crescente no Brasil e no mundo. Com a pandemia, o fechamento de muitas salas comerciais se expandiram e, em contrapartida, os coworkings e escritórios compartilhados se adequaram ao novo momento seguindo os protocolos específicos de higiene e segurança estabelecidos pelos órgãos de saúde municipais, estaduais e federais. O resultado? Mais procura, afinal, os coworkings ou escritórios compartilhados são soluções mais acessíveis, práticas e revolucionárias para o mercado atual.

 

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Coworking e suas vantagens

– Custos bem mais baixos em relação aos escritórios tradicionais;

– Ampliação do networking através de contato pessoal diário com outros profissionais;

– Estrutura organizada para atuação das empresas e profissionais de forma independente;

– Possibilidade de realizar reuniões e receber clientes de forma privada;

– Aumento de foco, concentração, produtividade e resultados.

 Estrutura e principais características

O empreendedor atual descobriu que não precisa de um escritório convencional para alavancar o seu negócio e que o uso de coworking ou escritório compartilhado pode gerar uma economia de até 60% por mês.

O mercado desses espaços também se moldaram às necessidades e passaram a entender o que traz mais resultado para os negócios. A oferta de serviços, além do “básico” aluguel dos espaços, pode render um lucro extra aos coworkings. Segundo dados do censo Coworking Brasil, 78% oferecem aos usuários endereço fiscal; 45% têm a comercialização de produtos alimentícios; e 26% vendem até bebidas alcóolicas. Linhas telefônicas e armários privados, serviço de impressão e estacionamento também figuram na lista.

Ao que tudo indica, a pós-pandemia vai vir com modelos de trabalho além do convencional. Home office, trabalho híbrido e o uso de coworking e escritórios compartilhados já estão sendo uma constância e essas mudanças de mercado significam não só sobrevivência e “novo normal”, mas também oportunidade de uma retomada crescente e sólida.

E você, está preparado para o futuro que já chegou?

HOME OFFICE – PSICOLÓGICO AFETADO PELO ISOLAMENTO SOCIAL

Para os profissionais que podem trabalhar de casa, o home office tornou-se realidade. Muitas empresas tiveram que adota-lo como alternativa de trabalho e devem permanecer com esse modelo de atuação, que já é uma tendência. Muitos profissionais gastavam horas no trânsito seja no carro ou no transporte público da ida ao trabalho e volta pra casa, e com o home office troca-se o desgaste físico e estresse do deslocamento pela autonomia para criar a própria rotina. E é justamente aí que reside o perigo: ter que lidar com a vida pessoal e profissional no mesmo ambiente.

Segundo o psicólogo clínico, Sérgio David, também consultor em desenvolvimento de pessoas, é preciso ter muita disciplina para concentrar-se no trabalho dentro de casa e se safar do apelo familiar que precisará entender que agora as demandas profissionais serão atendidas dentro de casa e que o profissional não estará disponível a todo momento. “Quando você pensa que ganhou algumas horas no seu dia, você não precisa deixar que sejam consumidas pelo trabalho. É preciso tomar cuidado e criar uma sinalização de que é hora de parar de trabalhar. Como não tem mais a necessidade de se deslocar de casa para o trabalho e não há o horário de ir embora, fica difícil conciliar, trabalha-se muito mais, o que pode gerar estresse e ansiedade” afirma Sérgio.

Para saber lidar com o home office, algumas dicas importantes para ter produtividade, equilíbrio emocional e relaxamento durante o dia.  Como as pessoas ganharam mais horas para ficar sem trabalhar por exemplo, é importante buscar alternativas para ocupar este tempo como fazer cursos online, atividade física, ver séries ou filmes, entre outras atividades para descontrair e descarregar a tensão diária.

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Neste momento tão delicado de crise, muitas empresas tiveram diminuição de faturamento, demitiram funcionários e, por isso, sentiram necessidade de reorganizar suas estratégias. Cabe ao líder entender essa nova estratégia e estabelecer uma comunicação que oriente e transmita segurança às equipes em home office. “Líderes têm um papel fundamental… é por meio dele que os colaboradores conhecem as diretrizes da empresa”, afirma Sérgio.

Vamos dizer que 90% das empresas que têm colaboradores em home office precisam administrar a ansiedade desses por conta do isolamento social. Antes, as pessoas tinham uma rotina ativa, onde saiam cedo e só chegavam em casa para descansar. Hoje as pessoas estão 24 horas por dia em casa em contato familiar, o que pode resultar em queda na produtividade. Vale ressaltar que também o líder passa por isso e precisa ter o equilíbrio emocional para liderar e delegar funções.

Neste momento, a empresa precisa se empenhar mais em acompanhar e informar seus colaboradores, porque sendo a casa um espaço de descanso, exige maior esforço do colaborador para se manter focado nesse ambiente. No home office as demandas precisam estar muito claras para que as entregas sejam feitas com qualidade em cada nível hierárquico. “Tem pessoas que precisam de autonomia para conseguir realizar o trabalho, outras de maior controle, as pessoas são diferentes e cabe ao líder saber identificar isso e conhecer seus liderados” diz David.

As empresas estão aprendendo a lidar com este momento de crise, obtendo experiências que podem ou não dar certo, enquanto tudo isso acontece, é preciso não esquecer que existem pessoas por trás de tudo isso e as empresas precisam cuidar de seus colaboradores. Tem organizações que estão se perdendo e não dando apoio para as pessoas em oferecer segurança e estabilidade. “O bem mais precioso das empresas são as pessoas, claro que o lucro e faturamento são importantes, mas o essencial é o colaborador, porque são eles que fazem o trabalho acontecer” pondera.

Mais sobre Sérgio David:

Psicólogo clínico e especialista em comportamento humano nas empresas. Desde 2001 atuando em desenvolvimento organizacional e de pessoas. Profissional com certificação internacional em Coaching pela Lambent (International Coaching Community), Practitioner em Programação Neurolinguística pela Actius. Certificado nos métodos DISC e Quantum. Consultor especialista em diagnóstico organizacional, com ampla experiência no desenvolvimento e condução de programas de treinamento comportamentais. Especialista em desenvolvimento de líderes, construção de equipes de alta performance e coaching de equipe. Formado em Psicologia e pós-graduado em Gestão Estratégica de Pessoas, pela Universidade Mackenzie. É palestrante de temas relacionados a comportamento humano nas empresas.

Site: www.canaldesenvolver.com

Instagram: @corporativoencena

REINVENÇÃO PROFISSIONAL: QUANDO TENTAR ALGO NOVO?

Mudar de carreira nem sempre é uma decisão fácil de ser tomada. Além de conviver com o medo da instabilidade financeira, muitos acham que já passaram da idade para recomeçar. A verdade é que fazer essa mudança, independentemente da idade ou ocupação, pode lhe trazer bons frutos. Desafiadora, a reinvenção profissional é arriscada, mas também bastante prazerosa, desde que haja dedicação, pesquisa e planejamento.

Trocar de área somente faz sentido se estiver alinhado com o seu propósito de vida, pois trabalhar com aquilo que se ama tem um peso importante, visto que a profissão ocupa grande parte do nosso dia e muitos outros acontecimentos importantes ocorrem a partir dela. Por muitas vezes possuímos aptidões para atuar em outros nichos, mas, infelizmente, por questão de necessidade ou até mesmo de comodidade, acabamos optando por aquela atividade que gera uma receita com maior liquidez e que se encaixe à nossa zona de conforto.

 Planejamento é essencial

Optar por uma nova atividade é uma decisão complicada a ser tomada, pois quando já existe algo construído, é comum que se pense que não dá mais tempo de arriscar e prefira o certo ao duvidoso, gerando insatisfação e estagnação. Porém, ao constatar que já não dá mais para se manter naquela carreira, é preciso traçar uma rota. É essencial refletir. Outra dica é criar uma lista de prós e contras a respeito da profissão almejada. Também é indicado realizar uma pesquisa de mercado junto a indicadores oficiais para que se possa ter maior segurança na decisão. Vale também ouvir a opinião de pessoas próximas, como família e amigos, mas com moderação, afinal, a decisão é sua.

Novos caminhos

Diversos são os caminhos que o profissional pode seguir. Há quem almeje deixar de ser colaborador em uma empresa privada para se tornar funcionário público, visando melhores condições de salários e benefícios. Já outros preferem prestar vestibular e cursar uma segunda faculdade. Para que você obtenha sucesso em qualquer uma dessas decisões, escolha o cargo desejado e consulte editais anteriores. Planeje sua preparação e horários de estudo, programe simulados e revisões e busque todas as informações possíveis sobre como conquistar a ocupação ambicionada.

Abrir o próprio negócio também é a pedida. O número dos que se aventuram em busca de seus ideais é grande no Brasil. Não é à toa que o país está sempre em lugar de destaque quando se fala em empreendedorismo. Vale ressaltar que o futuro empresário deve acreditar e ter verdadeira identificação com a empresa a ser criada. Ele precisa ainda ser persistente, pois há um longo caminho cheio de altos e baixos a percorrer. Lembrando que o conhecimento adquirido em profissões anteriores pode ser bastante útil no futuro.

Tenha um plano B

Caso a mudança não tenha dado os resultados esperados, mantenha a calma. É possível conciliar a antiga carreira com a nova ocupação ou até mesmo tentar vivenciar novamente o sonho. Qualquer decisão é cercada de riscos. A criação de um planejamento inicial tem como função diminuir essas ameaças, mas não isenta de que elas apareçam. Portanto, caso você passe por uma frustração, o que vai lhe amparar é um “plano B” que deve ter sido desenhado nesse planejamento. E não se esqueça: grandes empreendedores e personalidades já tiveram muitos projetos frustrados, mas a persistência os levaram ao sucesso. Inspire-se!

Ao mudar de carreira profissional é necessário tomar diversos outros cuidados. Saiba quais!

– Faz-se necessário tomar cuidado para não fazer um movimento impulsivo, pois muitos profissionais tomam decisões apressadas fundamentadas em dificuldades pessoais, modismo ou num salário mais atraente. É muito fácil se frustrar diante desses casos.

– O talento é tão importante quanto o desejo. Portanto, analise com cuidado quais são as suas habilidades.

– Mesmo que você tenha talento para a nova profissão é necessário avaliar também a demanda do mercado.

– Ao mudar de área de atuação, é importante construir uma outra rede de contatos. Essa ação demanda tempo.

– Uma transição de carreira gera custos que devem ser considerados. Por isso, é importante verificar se há recursos próprios suficientes para enfrentar com tranquilidade essa fase de mudança. Isso irá definir se é melhor deixar o atual trabalho e se dedicar plenamente à construção do sonho ou ir de forma mais gradual, sem abandonar o emprego.

4 SÉRIES QUE VÃO TE ENSINAR SOBRE FINANÇAS PESSOAIS

A educação financeira nem sempre foi um assunto discutido pela população. O tema que deveria ganhar grande relevância desde a escola, é pouco explorado e merece cada vez mais atenção. O resultado disso, é o que podemos perceber com a pesquisa realizada pela ANBIMA, 40% dos brasileiros não poupam nenhuma quantia, dos que poupam, apenas 10% reservam para a poupança. Já os outros 10% escolhem não poupar, resultando no que podemos concluir que quase a metade da população gasta todo o dinheiro sem pensar no futuro.

De acordo com o especialista João Figueira, Head de Operações da Simplic, o cuidado com a saúde financeira, não precisa ser uma tarefa difícil ou chata, algumas atividades do cotidiano como assistir série podem ajudar nesta etapa. “Atualmente, existem diversas opções de seriados focados em finanças pessoais que demonstram a importância do controle financeiro”, explica.

Pensando nisso, a Simplic listou algumas opções para tornar esse cuidado uma alternativa de conhecimento divertida:

1)  Billions

Com exibição da Netflix, a série Billions conta a história de uma batalha jurídica entre dois personagens: Chuck Rhoades, promotor público americano e Bobby Axe, líder de um fundo multimercado bilionário. O seriado explora o conhecimento em finanças com bastante realismo ao longo dos episódios, além de fornecer bons ensinamentos sobre finanças, poder e política.  A cada temporada os elementos cotidianos dos grandes negócios são retratados de forma simples e verdadeira sobre o mercado financeiro.

2)  American Greed

A série sobre o mercado financeiro da CNBC, retrata a cada episódio um caso que mostra golpistas e fraudes que se tornaram famosas no setor. Para quem deseja investir, o seriado mostra o quanto é necessário tomar cuidado e agir de acordo com as regras. Com dezenas de casos abordando ao longo da trama e ações fraudulentas, fica fácil aprendermos que não há caminho rápido ou fácil para se tornar rico.

3)  Girlboss

Baseada na história de Sophia Amaruso, uma das pessoas mais conhecidas no mundo da moda, com perfil rebelde e anarquista. A série mostra que após falir, a personagem principal encontra em um negócio de vendas de roupa online a oportunidade para se tornar empreendedora de sucesso. É nesse momento que as dificuldades aparecem e ela precisa aprender a ser chefe de si mesma e principalmente a ter controle de suas finanças, aplicando o dinheiro de forma estratégica.

4)  Traders

Traders permita ao espectador a possibilidade de conferir os bastidores de um banco de investimentos fictício, contando com a equipe de gerentes até chegar aos traders, pessoas que trabalham com o dinheiro dos clientes do estabelecimento. Um dos principais pontos positivos do seriado é o fato de ele ajudar a desmistificar as falsas premissas sobre o mundo dos investimentos, mesmo que apenas como ficção. Se tornar um investidor não é necessário como mostra o filme “O Lobo de Wall Street”, e sim é saudável passar por um processo estável para fazer o seu dinheiro render e trabalhar a seu favor.

Sobre a Simplic

Lançada em julho de 2014 no Brasil, a Simplic (www.simplic.com.br), é a primeira plataforma de crédito pessoal 100% online do País. Inovadora, a ferramenta utiliza inteligência artificial, machine learning e big data para analisar dados dos usuários advindos de mais de 200 variáveis e é capaz de gerar uma resposta em menos de 3 segundos. Oferece empréstimos entre R$500 e R$3.500, que podem ser pagos em 3, 6, 9 ou 12 vezes, tudo de forma prática, rápida, segura e digital. A plataforma analisa, hoje, mais de 10 mil solicitações de empréstimos por dia, e já originou 500 milhões de reais desde o início das operações no Brasil.

ESTÁGIO X EMPREGO: QUAL A DIFERENÇA

Modalidades de atuação no mercado são bem diferentes e têm objetivos separados.

O estágio e o emprego são modalidades completamente distintas para exercer funções no
ambiente corporativo, mas alguns tópicos são passíveis de confusão. Para evitar ficar com
dúvidas, é vital conhecer a legislação vigente e compreender o papel social de estagiar para o
Brasil!

Legislação diferenciada

A lei responsável por regulamentar a vivência para estagiários em todo o país é a 11.788/2008.
Note o primeiro ponto de divergência: para esse estilo de admissão, não se aplicam as normas
da CLT. Além disso, no dispositivo legal é estabelecido: a atividade é voltada para estudantes e
não gera vínculo empregatício.

Algumas regras essenciais

Assim, a jornada dedicada na empresa também é diferente. Há um limite de seis horas diárias
e 30h semanais para não prejudicar o desempenho nas tarefas escolares. Outro ponto crucial:
podem estagiar os alunos matriculados no nível médio, técnico, superior ou EJA (Educação de
Jovens e Adultos).

Direitos dos estagiários e empregados

Essa ocupação também garante ao estudante o recebimento de bolsa-auxílio, auxílio
transporte, recesso remunerado para estágio não-obrigatório e seguro contra acidentes
pessoais. Já para empregados com carteira assinada, falamos em férias, salário, vale-
transporte, entre outros.
Para a empresa, há muitos ganhos em abrir as portas para quem ainda está em sala de aula.
Afinal, além de dar a chance para esses indivíduos colocarem em prática o conteúdo das
disciplinas, também garantirá para a equipe alguém com disposição e energia para aprender e
se desenvolver. Além disso, a contratante fica isenta de pagar INSS, FGTS, verbas rescisórias, ⅓
sobre férias e o 13º.

Melhor maneira de começar

Muitas trajetórias de sucesso começam pelo estágio e o gestor precisa enxergar nisso uma
oportunidade para até mesmo reestruturar seu quadro de pessoal e se preparar para a
retomada da economia.

Portanto, investir em estagiários é um verdadeiro ato empreendedor!

ESPECIALISTA ESCLARECE A A IMPORTÂNCIA DE MANTER A POSTURA CORRETA NA ROTINA DE TRABALHO

Ortopedista reforça a relevância de um ambiente de trabalho adequado e principais práticas durante o dia

Em meio à pandemia da Covid-19, o trabalho remoto foi uma das soluções encontradas por muitas empresas para dar continuidade à rotina profissional de seus funcionários. Apesar disso, muitas pessoas não têm um ambiente próprio em suas casas para trabalhar oito horas – ou mais – por dia, e acabam utilizando o que estiver a seu alcance, como o sofá ou até a própria cama. Para não prejudicar a saúde postural, os escritórios pessoais precisam ser pensados a partir da ergonomia.

Mais do que organização e disciplina, manter a postura correta pode ser um fator definitivo para o expediente. Segundo Dr. Eduardo Puertas, ortopedista do HCor, “A postura correta evita problemas dolorosos e cansaço muscular, o que, inevitavelmente, acarretará dores físicas que poderão comprometer a produtividade do colaborador.”

Para amenizar o impacto das mudanças expressivas no expediente, o primeiro passo é definir um local de trabalho adequado, de preferência silencioso – os coworkings ou escritórios compartilhados são excelentes opções. Deve-se dar preferência a uma mesa de trabalho adaptável à estatura da pessoa, assim como uma cadeira tipo “escritório”, com regulagem para altura do assento e inclinação do encosto, que, normalmente, deve estar a 90 graus em relação ao assento e perpendicular ao chão.

Dr. Eduardo explica que a postura ideal para a maioria é ficar sentada com a coluna reta ao encosto da cadeira, com ombros e quadris alinhados. Os braços devem ficar flexionados a 90 graus do corpo e os pés apoiados no chão – com ou sem uso de suporte.

Não apenas o corpo deve ficar alinhado, mas o equipamento utilizado também. “A parte superior da tela do computador deve estar na altura dos olhos, evitando-se, assim, movimentar a cabeça e o pescoço para seu uso”, aponta. Para os que passam o expediente trabalhando na frente do computador durante os cinco dias da semana, queixas de dores na região cervical podem ser comuns se não houver uma boa relação da altura dos olhos com o monitor. “Pode haver, também, dor na região da coluna lombar, bem como nos ombros e cotovelos, ou mesmo punhos, se não houver um apoio adequado para os membros superiores”, alerta.

Pausas são essenciais para uma boa saúde postural e melhor disposição. Toda pessoa que trabalha sentada por muitas horas deve parar um pouco a cada 30 ou 40 minutos, saindo da posição em que se encontra. “É importante fazer algum tipo de alongamento leve da musculatura do pescoço, dos membros superiores e da região lombar, o que não leva mais do que de dois a três minutos e traz uma melhora física e um maior conforto”, indica o especialista.

Se o colaborador já é portador de dores na região do pescoço (coluna cervical) ou da coluna lombar, ombros, cotovelos e punhos, deve consultar um médico para eventual diagnóstico de lesões preexistentes e orientações específicas, como fisioterapia de fortalecimento e alongamento de grupos musculares.

Para cuidar da postura durante a rotina de trabalho, veja, a seguir, dez recomendações:
  1. Escolha um local de trabalho adequado.
  2. Opte por uma cadeira com altura e encosto reguláveis.
  3. Fique sentado com a coluna reta ao encosto da cadeira, com ombros e quadris alinhados.
  4. Flexione os braços a 90 graus do corpo.
  5. Apoie os pés no chão o tempo todo, com ou sem uso de suporte.
  6. Alinhe a parte superior da tela do computador, que deve estar na altura dos olhos.
  7. Mantenha uma distância de pelo menos 50 centímetros da tela do computador.
  8. Faça pausas a cada 30 ou 40 minutos, saindo da posição em que se encontra.
  9. Se possível, faça algum tipo leve de alongamento da musculatura do pescoço, dos membros superiores e da região lombar.
  10. Se já for portador de dores, consulte um médico para diagnóstico e orientações.
 Sobre o HCor

A instituição iniciou as atividades em 1976, tendo como mantenedora a Associação Beneficente Síria, que completou 100 anos de atividades filantrópicas em 2018. o HCor ganhou projeção mundial no cenário da saúde, tornando-se referência em cardiologia, além de oferecer atendimento de excelência nas áreas de neurologia, oncologia, ortopedia e medicina diagnóstica. Conta com acreditação internacional da Joint Commission Internation (JCI) desde 2006.

O Instituto de Pesquisa HCor coordena estudos clínicos multicêntricos nacionais e internacionais. Certificado pela American Heart Association (AHA), o Centro de Ensino capacita e atualiza milhares de profissionais anualmente. Há 10 anos, o HCor é parceiro do Ministério da Saúde no Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), colaborando com políticas públicas e iniciativas de aprimoramento para mais de 150 centros médicos de todo país.

O HOME OFFICE TEM MAIS A VER COM MARKETING DO QUE VOCÊ IMAGINA

De acordo com a Red Crow Marketing Inc., vemos diariamente cerca de quatro mil anúncios por dia! Ou pelo menos, víamos! Com a pandemia, as pessoas tiveram que ficar isoladas em casa, e isto certamente mudou. Quando trabalhamos em escritórios, passamos em frente a vários espaços, ficamos com vontade de visitar, anotamos o telefone ou a rede social, sem contar as famosas compras que fazemos por impulso, após ver um produto na vitrine.

Contudo, é justamente neste momento que o marketing precisa estar fortalecido para encontrar esse público que agora está “entocado” em casa. E, para falar com este público, devem-se utilizar canais bem específicos. Ou seja, a mídia off-line foi duramente atingida, mas a mídia online, que já estava em franco crescimento, tomou uma importância vital para as empresas.

Enfim, há uma batalha pela atenção dos consumidores, que agora se concentra no mundo virtual. Antes da pandemia, destes quatro mil anúncios, uma pessoa notava apenas 100, 97,5% destes anúncios eram desperdiçados, afirma o autor Robert Morris. Imagina agora! Como vencer esta “guerra”? Como ser notado por seu público-alvo no ambiente digital? Trazemos aqui algumas boas dicas que ajudarão a sua empresa a se destacar.

É preciso saber que o “feito” é melhor do que o “perfeito”, e que a gente só consegue melhorar o que é feito. Uma marca precisa ter uma presença forte na web, e para isso é preciso que você gere conteúdo. O primeiro vídeo, postagem ou texto não serão perfeitos. Mas para ter feito 50, será preciso começar, concorda? Apesar de vivermos conectados e o marketing digital ser uma realidade, muitas empresas nem estão na internet.

Além disso, lembre-se: para que se tenha resultados, é preciso ter estratégia. Para isso, será preciso conhecer muito bem o seu público e planejar todas suas ações em curto, médio e longo prazo. Isso inclui conhecer todas as ferramentas e saber que cada uma – como por exemplo as redes sociais – tem suas características. Planeje seus conteúdos e garanta ter frequência e consistência nas publicações.

É fundamental considerar os canais digitais não como canais de propaganda, mas sim de relacionamento e de experiência. Ou seja, não transforme suas redes sociais em verdadeiros catálogos de venda ou panfletos. Tanto as redes sociais quanto os sites e blogs têm como objetivo ser um canal de comunicação e relacionamento entre marca e consumidor. Então foque em conteúdo de qualidade ao invés de tentar vender seu produto.

Por fim, no mundo digital a máxima “no amor e na guerra vale tudo”, pode não funcionar. É preciso pensar de maneira estratégica, pois o marketing tem mais a ver com estratégia do que a propaganda em si, a mesma, feita de maneira impensada, pode ser apenas perda de tempo e dinheiro.